Meter água é uma qualidade inata!


Após 30 anos de democracia e mais de metade de estagnação democrática, aquilo que conseguimos ser foi ser ultrapassados por todos os outros concelhos da região!


Defendemos a liberdade de expressão democrática global. Comentários e posts de pura ofensa pessoal, seja ela contra quem for, não serão tolerados.

arsenelup@gmail.com

quinta-feira, dezembro 07, 2006

A pedido de um amigo da Pampilhosa

Confirmando a minha profunda convicção que para se ser do Sportem é preciso ter um QI de um sapo atrasado mental ou navegar alegremente no último grau de sado-masoquismo, os ‘jornalistas’ (riso incontido) do Record brindam-nos com uma teoria tão hilariante quanto profundamente imbecil, numa peça jornalística cuja existência me faz duvidar do lugar do autor na escala da evolução humana.
Registe-se, em boa verdade, que a peça é particularmente ilustrativa do papel fundamental do jornal não oficial do Sportem como meio de veiculação de notícias absolutamente imprescindíveis para o público. Há muito que se impunha – era já essencial – que se fizesse um artigo sobre a velocidade teórica do remate de um jogador do Sportem num livre.
A peça possui também, é justo que o diga, um profundo carácter didáctico, na medida em que desnuda de forma brilhante porque é que ninguém na plena posse das suas faculdades mentais e auto-estima poderá ser do Sportem.

Diz a criatura autora do texto (digo criatura porque honestamente, atentando ao conteúdo e forma da peça, ninguém me convencerá que se trata de um ser humano, e não tenho a certeza de que animal se tratará) que o remate daquele moço da Agremiação de Queques de Camisolas Engraçadas na sequência de mais um livre - que lhes deu 3 pontos contra outra clubeta da mesma dimensão - decorrente de um desmaio daquele moço avançado subnutrido perto da grande área adversária, atingiu os 222 Km/h.
Diz a criatura que: ‘O cálculo tem como base não só o tempo que a bola demorou a chegar à baliza (28 centésimos de segundo) como a distância percorrida (16,5 metros). Admite-se, no entanto, que a velocidade possa ter sido ligeiramente mais elevada, uma vez que o jogador brasileiro se encontrava descaído para a direita e a bola entrou junto ao poste mais distante, não descrevendo uma linha recta, mas sim uma diagonal.’

Ora muito bem, há aqui, naturalmente, material muito interessante e profundamente pedagógico. O que é que aprendemos, meus amigos, com estas criaturas do Record?

Abstraindo-nos do facto de que o calhau do pseudo-jornalista que escreveu o texto fez mal as contas e que o valor correcto seria 212 Km/h, aprendemos, por exemplo, que se pode medir a velocidade apenas com recurso ao visionamento da emissão do jogo - transmitido sem recurso a câmaras de televisão de alta definição - independentemente dos fotogramas por segundo e sem ter em conta todas as outras variáveis associadas ao remate e que teriam de entrar para o cálculo. Isto é, no fundo, brilhante porque simplifica o método científico, essa seca que a gente séria tem de utilizar para validar teorias e conceitos.
Sim, porque tenho alguma dificuldade em conceber que o Record envie ‘jornalistas’ para os jogos do seu querido Sportem munidos de cronómetro, unicamente com o intuito de medir a velocidade dos livres de Ronnies e afins (se bem que perceba porque é que estarão absolutamente convencidos que existirão muitos, dado o precário equilíbrio do moço subnutrido que joga no ataque do Sportem).

Não. Estou convencido (é, no mínimo coerente com o seu nível de QI) que os prodigiosos ‘jornalistas’ do jornal não oficial do Sportem – depois de terem a brilhante ideia do artigo sobre a velocidade do remate sentados, sem dúvida, numa sanita, em profunda comunhão com a matéria de que é feita o seu cérebro – se terão sentado num sofá com uma lata de cerveja (ou várias, o que explicaria muita coisa) e terão calculado os 28 centésimos de segundo com recurso à gravação do jogo e de um cronómetro, medindo o tempo que a bola demorou desde que o jovem a pontapeou até entrar na baliza. O prémio ‘Burro da década’ está encontrado.

Bastaria, no entanto, ter pensado um bocado - o que percebo que lhes é particularmente difícil - para perceber o ridículo da questão. O Roberto Carlos, defesa esquerdo do Real Madrid e conhecido por ter um pontapé dos mais poderosos do mundo futebolístico, pontapeia livres a uma velocidade entre os 120 e 140 km/h. Os serviços mais potentes no Ténis mundial atingem velocidades de cerca de 200 km/h. A Bola, no seu artigo referente ao jogo em questão, menciona que o livre terá atingido os 120 km/h.
O Record, esse conjunto de visionários inspirados por um belo balde de merda fumegante, faz uma primeira página com letras garrafais a anunciar ‘222 Km/h’. É coerente, de uma forma retorcida. Jornal de merda, jornalismo de fossa.

Mas (tenhamos calma – isto não acabou) aprendemos outra coisa com o artigo, e esta verdadeiramente revolucionária e demonstrativa do natureza absolutamente visionária da lagartagem e dos seus meios de propaganda, assumindo o rompimento com as convenções do chamado pensamento mainstream.
Atentemos a esta pérola: ‘uma vez que o jogador brasileiro se encontrava descaído para a direita e a bola entrou junto ao poste mais distante, não descrevendo uma linha recta, mas sim uma diagonal’. Isso mesmo, releiam com a devida deferência ao pioneirismo deste conceito, bizarro na sua genialidade: ‘não descrevendo uma linha recta, mas sim uma diagonal’. Saboreiem o essencial, o sumo, a substância do que nos é dito: ‘não (…) recta, mas sim (…) uma diagonal.'
Não uma linha recta, mas sim uma diagonal.

O que nos diz aqui o animal autor do texto? O que nos é sugerido? O que aprendemos?
Aprendemos que uma diagonal não é uma linha recta. É-nos proposto, portanto, que vejamos o Mundo com outros olhos, sem amarras, sem ideias pré-estabelecidas, sem dogmas. Que criemos a nossa visão particular do Universo que nos rodeia.
Em suma, que fumemos uma ganza, que nos embebedemos até à inconsciência, que batamos com as trombas num muro até atingir um estado limite entre o mundo dos sonhos e realidade, um pseudo-nirvana entre a consciência e o mundo etéreo, e vejamos o Universo sob outra luz, inteiramente nova, com ângulos impossíveis e imagens reminiscentes de um quadro de Dali.
Imagino que seja neste estado alterado de consciência que a lagartagem ache que o Sportem é um ‘clube sério’.

Desafio aqui a criatura que escreveu o artigo a dizer sob o efeito de que substância alucinogénia (porque também queremos experimentar) é que desenvolveu o conceito de diagonais que não são linhas rectas (mas sim, imagino, e de acordo com o seu bizarro sistema de pensamento, invariavelmente curvas e repletas de ângulos impossíveis).
Pode ser que sob a influência dessa substância possa finalmente concretizar um velho sonho meu: inventar um círculo com ângulos rectos.

domingo, novembro 26, 2006

Caro Senhor Provedor:

V. Exa. parece ser uma pessoa educada e ponderada, e por isso é mais do que natural que se multipliquem respostas estruturadas à sua rúbrica que, algumas vezes, mais parece saída dos "Serões em Família" do António de Oliveira Salazar ou de um episódio de "Star Treck" em que a preponderância pertence ao Dr. Macoy e não ao Spock.

O ataque mesquinho e tacanho, feito contra alguns concursos, nomeadamente os seus apresentadores, é de tal modo infeliz que roça os limites da infantilidade e está cheio de um discurso encomendado, que ao invés de esclarecer, esconde ainda mais fundo alguns problemas que se irão tornar gritantes num prazo relativamente curto:

1º - Os concursos, assim como as "paletes" de telenovelas sem qualquer qualidade de argumento (que mais parecem saídas do "Diário de Maria" do que da pena de um escritor sério), existem na quantidade que existem, devido à lei de programação que obriga a que haja uma maioria de horas de transmissão em português e são meios baratos de o conseguir fazer. Chama-se a isso "Televisão a metro ao serviço dos lobies".

2º - Os interesses instalados em termos de TV cabo, fazem com que seja estimulada a transferência de programas, documentários e documentos de qualidade, para canais em que é preciso pagar, ou seja, em que só os ricos possam aceder verdadeiramente a esse vector cultural. Estamos a criar um país a duas velocidades, em que dum lado está a "populaça" dos "morangos com açucar" ou da "floribela" ou do "bigbrother" ou do "Preço certo" e do outro estão os afortunados que podem pagar para ver a "Sic notícias", a "CNN", o "Discovery" ou o "Canal História".

3º - O serviço público em Portugal, está apenas assegurado pelo canal 2 (pelo menos enquanto os manos oliveirinha não conseguirem lá chegar).

4º - Uma das positividades que deriva de "antigamente" termos bastantes programas falados noutras linguas, traduz-se nas "familiaridades" linguísticas com as línguas estrangeiras, ou seja: há várias gerações de portugueses a falarem (quase sem sotaque) pelo menos inglês e francês: o facto de estarem familiarizados com a língua não é alheio a isto! Certamente que já se perguntou porque razão os Espanhois, Italianos, Franceses, Ingleses e Alemães, são uns "nabos" a falar outras línguas: Pois é!... Dobram "tudo" para as suas línguas maternas e depois colhem o fruto da estranheza das línguas!

5º - Não é com medidas legislativas, pseudo popularistas e de esquerda fácil que encontraremos maneirade contribuir para a preservação da nossa identidade cultural encerrada no uso do português, nem é com programas de conteúdos e intenções dúbias que vamos impedir a hegemonia do Inglês como meio de comunicação internacional.

6º - O Português, ou melhor, a língua portuguesa, fez-se de um processo evolutivo de milhares de anos, em que absorveu as mais variadas influências. Não se pode parar esse processo evolutivo por decreto e muito menos com "Floribelas obrigatórias".

4º - Eu não acredito em Bruxas, mas lá que as há, há!

Ontem no canal 1


Um correspondente em Paris (cujo nome faço questão em não me recordar), relatava, quase com orgulho nacional, a criação de um projecto privado (até que enfim) com vista à criação de um canal de TV internacional ligado à lusofonia. Ou seja, um canal que se destina a servir as inúmeras comunidades lusófonas espalhadas pelo mundo.
Tudo estava bem até ao remate de reportagem, feito no estúdio dessa emissora e que dizia mais ou menos o seguinte: "Agora Paris, onde já existiam vários canais privados, como um canal em Hebreu, um em Turco e até um canal gay, vai também contar com um canal em português, a emitir para todo o Mundo"

Ora bem, não querendo ser chato, há aqui várias questões submersas na reportagem:

1º - Porque é que o mercado da lusofonia, sentiu necessidade na criação de mais um canal de âmbito internacional, que extravaze o objecto da RTPi ou da SICi? Será uma tentativa de fuga ao manipulismo governamental português?

2º - Está certo, que a ideia era frisar o facto de a sede ser em Paris, capital de um pais com largas tradições democráticas mas, colocar uma língua, que é só a 5ª lingua mais falada no Mundo, a par com línguas étnicas ou minorias sexuais, não me parece que seja abonatório para o prestígio da "portugalidade", nem para o prestígio da RTP, e muito menos para o prestígio da inteligência do repórter.

sábado, novembro 25, 2006

Insoluveis Insolvências e os bens próprios

"Lisboa - Cerca de um quarto das mais de duas mil insolvências requeridas este ano foram solicitadas por empresários, accionistas ou gestores, o que representa o dobro do total verificado no ano passado, noticia esta sexta-feira o «Diário de Notícias» (DN).
Em relação aos processos de rescuperação interpostos por terceiros, como os credores, houve um acréscimo de 21%. No total, nos primeiros dez meses do ano, estiveram nesta situação 980 empresas.

Ainda de acordo com o DN, na origem da subida acentuada no caso das insolvências originadas por gestores poderão estar as alterações na lei, que passaram a prever a responsabilização directa destes profissionais, pondo em causa os seus bens pessoais.

Os dados divulgados hoje resultam de um estudo Coface, cujas conclusões revelam ainda que o número de firmas sujeitas a planos de insolvência diminuiu drasticamente em 2005, em comparação com o ano anterior, mas deverá manter-se estável este ano."

Talvez, se o mesmo se passasse com as gestões municipais, acabassem certas loucuras.

Ontem, a Mealhada esteve mesmo submersa!

... Mas parece que desta vez, a única culpa da política foi mesmo, a de não poder dar mais capacidade de caudal ao Cértima.

Hoje é dia 25 de Novembro!


(Eis o terror dos comunas)

sexta-feira, novembro 24, 2006

Haja candidatos democratas...



(peço desculpa se me enganei na foto)

www.olivenca.org... até quando?

A origem de Olivença está ligada à reconquista cristã da região fronteira a Elvas pelos Templários idos do Reino de Portugal, cerca do ano de 1230. Nesse território a Ordem criou a comenda de Oliventia, erigindo um templo a Santa Maria e levantando um castelo. No final do século, pelo Tratado de Alcanices, assinado em 1297 entre o Rei D. Dinis e Fernando IV de Castela, Olivença seria formalmente incorporada em Portugal, pera sempre, juntamente com Campo Maior, Ouguela e os territórios de Riba-Côa, em escambo com Aroche e Aracena.

De imediato, D. Dinis elevou a antiga povoação à categoria de vila, outorgando-lhe foral em 1298, determinou a reconstrução da fortificação templária e impulsionou o seu povoamento.

Os seus sucessores reforçaram sucessivamente a posição estratégica de Olivença, concedendo privilégios e regalias aos moradores e realizando importantes obras defensivas. Em 1488 D. João II levantou a impressionante torre de menagem de 40 m de altura.

Em 1509 D. Manuel iniciou a construção de uma soberba ponte fortificada sobre o Guadiana, a Ponte da Ajuda, com 19 arcos e tabuleiro de 450 metros de extensão. Do reinado de D. Manuel, que deu foral novo em 1510, datam também outras notáveis construções como a Igreja da Madalena (por muitos considerada como o expoente, depois do Mosteiro dos Jerónimos, do manuelino), a Santa Casa da Misericórdia ou o portal das Casas Consistoriais.

Seguindo-se ao esplendor do século XVI português, dá-se a união dinástica filipina, entre 1580 e 1640. A pertença de Olivença a Portugal não é questionada. No dia 4 de Dezembro de 1640, chegada a notícia da Restauração em Lisboa, a praça aclama com júbilo D. João IV e é envolvida totalmente na guerra que se segue (1640/1668), período em que se inicia o levantamento das suas fortificações abaluartadas, cuja construção se dilataria durante a centúria seguinte. No decurso do conflito, Olivença foi ocupada em 1657 pelo Duque de San Germán e, na circunstância, a totalidade da população abandonou a vila e refugiou-se junto de Elvas, só regressando a suas casas quando foi assinada a paz (1668) e as tropas castelhanas abandonaram a praça e o concelho.

O século XVIII inicia-se com um novo conflito bélico - a Guerra de Sucessão de Espanha -, em cujo transcurso foi destruída a Ponte da Ajuda (1709). A posição de Olivença tornou-se assim especialmente vulnerável.

Em 20 de Janeiro de 1801, Espanha, cínica e manhosamente concertada com a França Napoleónica, invadiu Portugal em 20 de Maio de 1801, sem qualquer pretexto ou motivo válido, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas», ocupando grande parte do Alto-Alentejo. Comandadas pelo «Generalíssimo» Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam Olivença.
Portugal, vencido às exigências de Napoleão e de Carlos IV, entregou a Espanha, «em qualidade de conquista», a «Praça de Olivença, seu território e povos desde o Guadiana», assinando em 6 de Junho o «Tratado de Badajoz», iníqua conclusão de um latrocínio. «Cedeu-se» Olivença, terra entranhadamente portuguesa que participara na formação e consolidação do Reino, no florescimento da cultura nacional, nas glórias e misérias dos Descobrimentos, na tragédia de Alcácer-Quibir, na Restauração!...

Findas as Guerras Napoleónicas, reuniu-se, com a participação de Portugal e Espanha, o Congresso de Viena, concluído em 9 de Junho de 1815 com a assinatura da Acta Final pelos plenipotenciários, entre eles Metternich, Talleyrand e D. Pedro de Sousa Holstein, futuro Duque de Palmela.

O Congresso retirou, formalmente, qualquer força jurídica a anteriores tratados que contradissessem a «Nova Carta Europeia». Foi o caso do «Tratado de Badajoz». E consagrou, solenemente, a ilegitimidade da retenção de Olivença por Espanha, reconhecendo os direitos de Portugal. Na Acta Final, apoio jurídico da nova ordem europeia, prescrevia o seu art.º 105.º:

«Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S. A. R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d’Olivenza et les autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l’Europe a été le but constant de leurs arrangements, s’engagent formellement à employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces, afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi effectuée ; et les puissances reconnaissent, autant qu’il dépend de chacune d’elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».

Espanha assinou o tratado, em 7 de Maio de 1807 e assim reconheceu os direitos de Portugal. Volvidos 185 anos, o Estado vizinho não deu, porém, provas do carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos devolvendo Olivença.

Mas em terras oliventinas, sofridos dois séculos de brutal, persistente e insidiosa repressão castelhanizante (hoje, falar-se-ia de genocídio e crimes contra a Humanidade...), tudo o que estrutura e molda uma comunidade, a sua História, cultura, tradições, língua, permaneceu e permanece pleno de portugalidade!

Separados do povo a que pertencem, da sua cultura, da sua língua, alienados da Pátria que é a sua, em austeros e silenciosos duzentos anos, os oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da maior parte, não renunciar às suas raízes

segunda-feira, novembro 20, 2006

Semanário Mealhada Moderna On-line

Última actualização: 26 de Setembro de 2006

Não se pode dizer que, fazendo juz ao nome, isso seja muito moderno.

A meu ver, é importante que os orgãos de comunicação local, adiram às novas tecnologias mas, que mantenham essa adesão, sob pena de darem uma certa imagem de "desmazelo". Não é por lermos as notícias on-line, que iremos deixar de comprar a versão em papel (aquela que sustenta o jornal).

Candidatura vai de vento em popa

(...) Rui Marqueiro sucedeu a Emídio dos Santos, em 1989, e dirigiu a Câmara Municipal durante dez anos. O actual presidente da Assembleia Municipal declarou: “A localização geográfica do concelho é o seu aspecto mais importante e positivo. É um factor que está na origem da sua fundação e, não sendo um concelho muito importante na região, permite que, por questões de amor-próprio e gestão, possamos entendê-lo como fundamental. É um concelho muito interessante em termos turísticos e estou certo que não fugirá daí a linha de rumo a seguir no futuro”. “Sempre houve”, afirmou também Rui Marqueiro, “especialmente desde o PDM, um combate para que não nos tornássemos um dormitório de Coimbra. No entanto não conseguimos e se, na Mealhada, foi possível a integração dos novos moradores, por exemplo na Pampilhosa verificou-se uma descaracterização da população. Há um estudo sociológico a fazer mas é fácil perceber que o nosso crescimento é, acima de tudo, de pessoas de fora que se instalam no concelho”. “ Vivemos com uma razoável qualidade de vida”, garante Rui Marqueiro, que acrescenta: “A juventude tem hoje uma realidade bastante diferente da nossa. Proporcionamos o melhor que é possível para a época. Temos de aprender a fazer cada vez mais, cada vez com menos dinheiro, sendo imaginativos, criadores”.
“A falta de cuidado ambiental da população é o principal problema do concelho. Há uma ou outra indústria ou unidade agrícola que polui, o que é grave, apesar de esses problemas surgirem por sermos um concelho pequeno e pobre”, concluiu Rui Marqueiro.

No Jornal da Mealhada

--> Julgo que seria importante, desenvolver um pouco mais os temas que foram sublinhados. Mas como discurso de campanha, não está mal. Não está mal, não senhor. <--

quarta-feira, novembro 15, 2006

Lusenses perdem o seu tempo à pancada

Para uma terra que se pretende gabar de ser um destino turístico, está a dar uma triste imagem pública de si própria em http://amoteluso.blogspot.com

terça-feira, novembro 14, 2006

Estado Português Vende Cahora-Bassa

Só há aqui uma coisa que eu não entendi: ainda há bem pouco tempo, foram perdoadas algumas dívidas externas que os PALOPs tinham com Portugal. Dizia-se nessa altura, que o "serviço da dívida" excedia a capacidade desses paises o suprirem. Magnânimos e com o sentimento de culpa neo-anticolonialista (?) típico da esquerda moderna, lá perdoamos a dívida aos coitadinhos dos escravizados ex-colonizados pelo imperialismo salazarista. Que se lixe o facto, de termos de andar todos os dias a apertar o cinto, desde que o Sr. Político de Lisboa faça o habital "brilharete" internacional. Manobras típicas de uma actuação de fandango, coreografada por Mao-tze-tung decerto.

Agora, como se isso não chegasse, resolvemos vender-lhes um imóvel que nos pertence. Muito bem!

Só resta definir o calendário para lhes perdoarmos também essa dívida (se é que não existe já).

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O congresso do PS e o abono de família


No dia em que se discutia a estratégia política do maior partido parlamentar reunido em congresso, uma das televisões abria o principal telejornal com os resultados de um estudo que indica que os portugueses têm agora pés maiores...


Dificilmente se conseguiria melhor prova do interesse que este congresso do PS despertou.
O congresso do PS foi, como se previa, um exercício de auto-elogio. E nem as vozes críticas de Manuel Alegre, Helena Roseta, João Proença ou Fonseca Ferreira causaram qualquer dramatismo. E sem dramatismo, os congressos - todos os congressos - são um imenso bocejo.
Porém, Alegre, Roseta, Proença e Fonseca Ferreira longe de incomodarem o unânime secretário-geral, foram para Sócrates e para o PS de uma não desprezível utilidade. Ao quebrarem a unicidade do discurso à custa da reposição de alguns temas caros à esquerda ideológica, permitem que no inconsciente profundo da opinião pública se considere que, apesar das muitas políticas marcadamente liberais deste governo (algumas muito mais intensamente liberais do aquelas que o PSD teve coragem de prosseguir quando no governo), elas são fruto da conjuntura que não permite outras alternativas. E não da definitiva perda da chave da gaveta onde, nos idos de 1983, o então secretário-geral do PS e chefe do governo - Mário Soares - guardou bem guardado o socialismo.
Aquele grupo de personagens é, pois, o abono de família da referência ideológica histórica do PS. Tal como o verdadeiro abono de família, representa pouco. Mas a sensação é a de que, por pouco que signifique, dá jeito.

Por: JM Ferreira de Almeida


A falta de orientação ideológica do PS, assim como do PSD, é um sinal dos tempos. Essa mesma falta de ideologia (à moda do sec XIX), é o fundamento de muitos avanços e recuos, todos os dias verificados por nós. Indecisões típicas do vazio de valores, da actual sociedade do dinheiro de plástico.

By Carlos Cabral

“(...) Com muita alegria vemos que o concelho está, felizmente, em franco progresso e por isso vamos fazer das fraquezas forças para sermos melhores no dia de amanhã”




Fiquei na dúvida se as declarações foram feitas realmente na Mealhada, ou em Freixo-de-Espada-à-Cinta.

Mantorras ficou chateado

por lhe terem chamado "Preto"!

Confesso que ainda tentei alcançar um catálogo de cores RAL da Robiallac que estava em cima da mesa, mas a notícia depressa descambou para um "Branco" do S.O.S. Racismo. É que nisto de cores, eu sou um bocado daltónico e tenho algumas dificuldades em distinguir umas das outras (algo que também deve ter acontecido com o senhor que chamou PRETO ao Mantorras).

Andei à procura de fotos do Mantorras na net, comparei calmamente com um catálogo on-line e sou obrigado a concordar com ele e com as pessoas do S.O.S. racismo - ele é de facto "Castanho muito escruro", mas não é preto! Por isso, acho muito bem toda esta polémica racista (que é um requisito fundamental para se ser intelectual de esquerda moderna). Ainda fiquei na dúvida se a cor correcta seria a #663300 ou a #33001A, mas depois de alguma meditação, decidi-me pela segunda, o que é muito diferente de #000000 (preto). Em contra partida, o senhor do S.O.S. racismo, pareceu-me mais um #ffcc99 ou até um #ffe6cc, o que é muito diferente de #ffffff (branco). Comvenhamos, que não é prático andar com um catálogo RAL ou com um pocket pc com net, sempre consigo, para que se consiga dizer a cor exacta.

Como acho dificíl conseguir recordar-me exactamente do número da cor da pele do Mantorras (e de todos os outros da mesma côr) e do número da côr do senhor do S.O.S. racismo, resolvi, depois de muito pensar, continuar a chamar PRETOS e BRANCOS, como sempre fiz, sem segundas intenções nem racismos.

Aquilo que por certo, não farei, é embarcar na conversa de alguma "esquerda moderna" e dizer: "eles são iguais a nós!"

NÃO SÃO, NÃO SENHOR! E depois? Qual é o problema em serem diferentes, desde que isso não signifique que são superiores ou inferiores?

Qualquer dia, ainda arranjam numeros clausus para pretos, brancos, amarelos, vermelhos, caucasianos, muçulmanos, judeus, ciganos, indianos, chineses, japoneses, etc, etc, etc, na Assembleia da República. Só para não correrem o risco de serem intítulados de RACISTAS.

Plataforma Logística da Pampilhosa

Alfredo Marques afirmou: “Esta plataforma só será viável se reunir um conjunto de acessibilidades, se estiver em rede com outras plataformas e se for suportada por parcerias públicas e privadas”.

A julgar pelo representante do Concelho que esteve presente, não deveremos esperar demasiado deste anúncio... infelizmente.

A Câmara Municipal da Mealhada (já o provou inúmeras vezes), não é famosa pela sua capacidade de criação de parcerias, sejam elas de que tipo forem, uma vez que as parcerias obrigam a diálogo e a capacidade de ouvir opiniões divergentes e de criar consensos.

Não é só na Mealhada que se mete água

Pelos vistos, o açude de Casal Comba (certamente feito por algum engenheiro de competência duvidosa), também mete água em todo o lado, menos onde deve.

Será um sinal dos tempos?

Em Barcouço

Os habitantes também se manifestaram orgulhosos com a nova obra. “A outra era mais bonita”, disseram uns, imediatamente desmentidos por outros: “Esta é mais moderna. É de categoria. Dá vontade ter cavalos e bois para a usarem”.

A tudo se chega se a vida dura, meus caros co-municipes! Está mais para isso, do que para outra coisa.

Sindicalismos vs Grevismos

... E se de repente alguém lhe oferecer uma greve?... Isso é política demagógica dos sindicatos!

Uma leitura atenta dos acontecimentos nacionais em termos de actividade grevista (sublinho a substituição de "sindicalismo" por "grevismo"), depressa se nos assemelha a uma campanha orquestrada pela esquerda demagógico-intelectual. Está certo que, os primeiros a sofrer na algibeira, o impacto das políticas de combate ao déficit, deveriam ser os políticos, para dar um exemplo de aplicabilidade a toda a população sem excepção. Mas, ainda que pareça um bocado distraido, não vos parece que a defesa cega de algumas classes ultra-privilegiadas como é o caso dos professores, é apenas um exemplo da política de egoismo etnocentrico da actual geração de estalinistas?

Eles estão-se nas tintas para o facto de que, se vivermos acima das nossas possibilidades hoje, as gerações vindouras, terão de pagar a factura. É mais ou menos como um casal empaturrar-se num restaurante e deixar ficar a conta para um neto que nem sequer é nascido. No meu tempo, os pais preocupavam-se em abrir contas bancárias com saldo positivo, para que os seus rebentos pudessem ter alguma coisa no futuro - parece que agora a ideia é pedir empréstimos aos netos! Ridículo, egoista e caricáto é o caminho do marxismo.

Por outro lado uma greve é publicidade para o sindicato... toda a gente sabe que a pulicidade é essencial para manter as empresas, interesses, cargos e ordenados dos dirigentes sindicais a funcionar.

É por estas e por outras que às vezes desabafo: "E depois o ladrão, sou eu!"

O momento ideal

Para quem tenha dúvidas sobre o calendário óptimo para a demissão do executivo camarário da Mealhada aconselho uma leitura de um calendário de bolso seguindo as seguintes etapas:

1º - marque o dia de hoje a preto

2º - passe um traço a azul, sobre as restantes datas do calendário, ou seja, sobre todas as datas futuras.

3º - Tal como diria um arquinimigo meu, "se retirarmos o improvável à realidade, obteremos necessáriamente a verdade!". Assim, todas as datas que sobraram sem serem riscadas, são necessáriamente as datas ideais.

4º - Experimentem agora, vocês em casa!

quinta-feira, novembro 09, 2006

Associação do Luso, tem novo site...

E a julgar pelos conteúdos, muito trabalho feito mas poucos resultados práticos.

Espero que não se torne em mais uma "associação de carnaval".

ver site em: www.adelb.pt

terça-feira, novembro 07, 2006

Uma boa ideia:

Concordo integralmente com o arranjo "vinícola" da rotunda que dá acesso à auto-estrada. Acho uma boa ideia e uma imagem correcta de um concelho bairradino.

Mas, ainda que pareça estúpido, não acham que custou um "bocadito" caro demais?

Desculpem a impertinência, mas o problema é que o dinheiro que gastaram não é "deles"!... É de todos nós, e pelo menos o meu, custa-me um bocado a ganhar porque não é o Estado que mo dá!

Pelos vistos, devo ser o único a quem o dinheiro custa a ganhar: é que isto de ser ladrão tem que se lhe diga - uns são obrigados a andar de casaca e outros pagam-lhe tudo, inclusivé a casaca.

Ventos de Estaline

Teria piada, se não fosse triste:

- O edil camarário, orientado por um "antigo" comunista, deixou finalmente vir à tona, todas as orientações marxistas-leninistas de antigamente e, fechou as reuniões do executivo ao público.

É verdade que a oposição, se aproveitava da presença dos jornalistas e, se limitava a fazer show-off para os jornais, mas sempre ouvi dizer que: "quem não deve, não teme"!... pelos vistos alguém tem telhados de vidro e quer fazer os cozinhados sem ser incomodado.

A triste série de histórias da coutada continua...

segunda-feira, outubro 30, 2006

Comunicando:

Porque é importante os cidadãos poderem trocar ideias e opiniões com os seus representantes, tomei a liberdade de publicar aqui os e-mails de algumas pessoas do concelho, que considero importantes:


Carlos Cabral <caccabral@iol.pt>

António Jorge Franco <ajfranco@sapo.pt>

Filomena Pinheiro <ttfpt@sapo.pt>


Pode ser que assim, algumas coisas melhorem.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Bem Vindos à Mealhada!

Confesso que já me dei ao trabalho de procurar, pelas fronteiras do concelho, por um anúncio deste tipo. Mas infelizmente não fui afortunado o suficiente para os encontrar.
O Concelho tem quatro "portas" principais de acesso, que passo a enumerar:
- Santa Luzia
- Bussaco
- Sernadelo
- Auto - Estrada A1
Não seria de equacionar a construção de quatro rotundas com um monumento que fosse um mapa gigante do concelho, suficientemente grande para que todas as terras do concelho fossem visíveis, e que dissesse: "Bem vindos ao Concelho da Mealhada! - Terra do vinho, do Leitão, e da Água.". Já agora, quando as pessoas fossem a abandonar o concelho, poderia haver algo do género: "Obrigado pela sua visita! A SUA presença faz a diferença!"
Num concelho de forte pendente turístico, era fundamental que estes "pequenos pormenores" fossem tratados com um pouco mais de dignidade. Temos de deixar de tratar do concelho, como se fosse composto de pequeninas "coutadas" independentes e estanques. Temos de começar a promover o concelho como um "bloco" indivisivél de diversos vectores de interesse, e assim, capaz de atrair clientelas de todos os segmentos. A Mealhada tem, além da sua soberba acessibilidade, vários vectores que se completam e potenciam, como são os casos do Leitão (e outra gastronomia típica como o afamado "pão da Mealhada"), do Vinho (dos vinhedos e das caves), dos Monumentos (como são os conjuntos monumentais do Bussaco, Vacariça, ruinas romanas da Vimieira etc), da Hotelaria (quer de restauração, quer de alojamento), da História (invasões francesas; importância nacional do mosteiro da Vacariça, etc), do Desporto (inúmeras estruturas com modernidade e condições invejáveis), etc, etc, etc.
Ao contrário de outros concelhos, que "fazem das tripas coração" para descobrirem novas coisas para atrair gente, o concelho da Mealhada, foi abençoado por Deus, ao ter tanta coisa passivél de ser utilizado como cartaz turístico.
Será que não é já tempo, de começar a trabalhar a sério sobre este assunto, nomeadamente com a contratação de uma empresa de consultoria turística, que possa estudar as possibilidades e caminhos da Mealhada para o Século XXI?

Caro Santana Lopes

As declarações proferidas esta semana sobre o tema "scuts e a vitória eleitoral do PS" são de uma infelicidade atroz. Eu explico:

- Parece que é mais importante V. Exa. ter razão do que o governo executar uma medida positiva de rigor orçamental e de justiça social.

- Igualmente, parece que as guerras internas do seu próprio partido, são mais importantes que o bem das finanças do país.

- Finalmente, parece que o seu sucessor não tem mesmo vocação para a política, uma vez que o continua a tratar como um mero "moleque".

Bravo Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos

Ao ser chamado para comentar a última "novela" portuguesa, achei muito bem que se indignasse, com o facto de o estado poder vir a comparticipar abortos em clínicas privadas, sem antes ter feito com que os contraceptivos (sejam de que tipo forem), estejam gratuitamente disponivéis para qualquer cidadão nacional. Ao invés de solucionarmos o efeito, já deveriamos há muito, ter solucionado a causa. Continuamos a ter um país sobrecarregado com "gestão de algibeira".


Mas isto já todos tinhamos dito há oito anos!

sábado, outubro 21, 2006

"Se o PSD fosse poder...

... Era tudo de borla"
By Carlos Cabral no Jornal da Mealhada de 18 de Outubro.

A questão está na primeira parte da frase, que me parece mais uma introdução de um livro de ficção cientifica, do que na ironia de mau-gosto da segunda parte da frase.

Associação de carnaval pede reforço de verbas

A questão é saber porquê e para quê?

Estrada Ventosa-Curia

Há muito que esta deveria ser uma via previligiada do concelho. Uma via que servisse de alternativa real à EN1 para ligar a Mealhada á Curia.
A única maneira de desenvolver o concelho de uma forma sustentada, consiste na criação de vias de penetração no território concelhio, que potenciem a vocação turística das localidades. A criação de trajectos alternativos, que liguem a Curia ao Luso e ao Buçaco passando pelo centro do concelho, podem vir a desempenhar um papel importante, no pretendido "casamento" entre os dois destinos turísticos mais importantes da região. Igualmente, o eixo Vacariça-Pampilhosa, deveria estar ligado a este eixo principal por vias "desentupidas", no sentido de potenciar a utilização do tão falado golfe da Pampilhosa por parte dos turistas hospedados na Curia.

É claro que os "grandes" industriais do Leitão iam protestar.

O desenvolvimento da Pampilhosa

Não pode continuar a ser dilacerado por uma linha que, com alguma "clientela", transporta também consigo a divisão da terra em duas partes. Já que a ponte está num sítio de acesso "não intuitivo", já alguém pensou em fazer um túnel no local do antigo "passe-nível"?

Se se prescindir de obras prós cinéfilos como o teatro e, apostar de vez em planos de desenvolvimento sustentado, pode ser que o dinheiro chegue.

A Ilda Figueiredo está preocupada

Com a liberalização do sector vitivinícola.

Grande novidade... ainda está pra nascer o "comuna" que esteja de acordo com qualquer liberalização.

Ventosa do Bairro

"Estamos condicionados pelo facto de sermos uma junta PSD"
(adivinhem lá quem disse isto e em que jornal)

Já agora pergunto eu: Já que a câmara não se quer meter ao barulho entre a associação e a junta, será que pelo menos me poderiam dizer qual a cor política dos dirigentes dessa associação?

É que eu acho que o problema é outro

By José Calhoa:

"Os foliões que vêm ao carnaval, não são o público alvo que interessa ao turismo concelhio"
No Jornal da Mealhada de 18 de Outubro de 2006

Mas será que só eu é que dei por esta tolice? Qual será então o verdadeiro objectivo do Carnaval? Contribuir para a re-eleição do PS nas próximas eleições autárquicas?

Responda quem souber

sexta-feira, outubro 20, 2006

Será que, uma alma caridosa

Se importa de explicar, porque é que, vindos da Pampilhosa temos de fazer "n" curvas em duas rodas e gramar com um ridículo semáforo, ao invés de uma rotunda, para entrar na EN1?

Será sadismo?

Dar estátuas a porcos

Não é bem a mesma coisa que dar pérolas.

Mas é quase.

Que saudades das cidades

Uma vez que já não há semáforos ao pé da CDG, quem quiser matar saudades das horas de ponta nas grandes cidades, pode sempre ir à rua ao lado, onde está a segurança social, entre as 11:00h e as 15:00h.

É uma rua que foi propositadamente deixada sem saída há 25 anos, para permitir que a cultura urbana latente na Mealhada, possa dar paz á saudade.

"Eles" pensam em tudo.

Irmãos

'Let there be light!' - the Almighty spoke,
Refulgent streams from chaos broke,
To illume the rising earth!
Well pleas'd the Great Jehovah flood
-The Power Supreme pronounc'd it good,
And gave the planets birth!
In choral numbers Masons join,
To bless and praise this light divine."

Provincianismos

Se a Mealhada é cidade o que é Nova York?

São este tipo de dúvidas insolúveis que dão sal á vida?

Cruzeiros Turísticos

Com a quantidade de água que se mete no Concelho da Mealhada, não se admirem se houver em breve, uma empresa de cruzeiros submarinos, a fazer sessões de scubadiving nas Portas de Coimbra.

"The sky is the limit", dirão eles em jeito de slogan publicitário.

Neste caso, a "Cruz alta is the limit".

Monarquia vs República

A vantagem da Monarquia sobre a República reside no facto de não mudarmos de chupista-mor. Os escroques, esses, vamos ter sempre de os aturar.

Não haverá uma maneira de clonar o D. Afonso Henriques ou o D. João II?... a ciência é mesmo uma merda!

Orçamento de estado 2007

Depois de nos fazerem "apertar o cinto" e de nos comprarem roupa dois números abaixo, querem apertar-nos o pescoço!

acho que o melhor é mesmo re-implantar a monarquia.

Desenvolvimento

Será que a CMM está mesmo interessada no desenvolvimento do concelho?

Tenho dúvidas!

É mais fácil reinar na pobreza.

Turismo

Com grande pompa e circunstância, esteve no concelho o secretário de estado do turismo.

É claro que a CMM e outros altos dignatários do PS (concelhio e não só) aproveitaram para apresentar "resmas", "paletes" e contentores de ideias para a dinamização turística do concelho... ou será que falaram apenas do passado, mais uma vez?

Viveiros Florestais

Já entendi!

Estão a tentar criar um modelo à escala da selva colombiana!

Pelo menos, mato, drogas e prostituição, já há...

Arquivo Histórico

Aposto que o documento mais antigo que vai ser depositado no arquivo histórico vai ser o documento de adjudicação da obra.... Já é tão velho e amarelo, que já quase ninguém o consegue ler.

Vai ficar mais caro!

Devemos presumir que a subida do preço da água se deve à sua escassez....

Como é que com tanta gente importante a meter água isto é possível?

terça-feira, setembro 26, 2006

Para que serve o liberalismo?

Sempre que me confronto com esta pergunta, chovem dúvidas sobre o seu real alcance. Será o liberalismo, o velho liberalismo que antecedeu a revolução industrial? Será que as ineficácias do intervencionismo estatal, keynesiano ou marxista, compensam algum dia a liberdade de decisão individual? Onde é que termina o liberalismo e começa a anarquia e o egoismo económico? Quais os interesses de falsos liberais que se escondem no pântano das declarações públicas? Até que ponto, se não fossem os EUA a inventar a internet, seriamos verdadeiramente livres intelectualmente, face à desonestidade e à manipulação dirigida dos meios de comunicação social?

terça-feira, setembro 12, 2006

O postal do Cardal

Seria interessante saber quanto custou a "estatueta" da rotunda do Cardal e quem é que ganhou tão aprimorado concurso de escultura. Será que publicaram o anúncio do concurso público na "Gazeta de Freixo-de-espada-à-cinta"?

Será que num concelho com tantas dificuldades, não há mais nada que fazer ao dinheiro?

Com tanta loucura, qualquer dia ainda fazem como o "Bem Amado" e fazem um cemitério novo para lá enterrarem de vez as esperanças de desenvolvimento. O que vale é que a marcha fúnebre de Chopin já está mais do que ensaiada.

Já só falta saber, neste cenário, quem é o "Dirceu Borboleta"?

quinta-feira, setembro 07, 2006

O valor de algumas pessoas...

... é baseado no seu carácter, competência profissional, verticalidade comportamental, justiça e respeito pelas pessoas que as rodeiam.


O de outras, resume-se ao número de votos que conseguiram cacicar ao longo da vida e que depois utilizam para manobrar ou fazer manobrar as decisões das comissões políticas!


E CHAMAM A ESTA COISA: DEMOCRACIA!


... Volta Salazar!... Estás perdoado!

Na terra do vinho e do leitão....

... A populaça abusa do alcool e das comezainas ao ponto de terem alucinações.

Vejam lá, que agora até têm a mania de que o CDS e a CDU existem no concelho! Isto só visto!

10 qualidades para ser presidente da CMM:

1 - Ser do PS
2 - Ser do PS
3 - Ser do PS
4 - Ser do PS
5 - Ser do PS
6 - Ser do PS
7 - Ser do PS
8 - Ser do PS
9 - Ser do PS
10 - Mesmo que não seja do PS: fingir que é do PS.

PSD...??? O que é isso?

No dia em que o PSD for um partido na Mealhada, eu pinto-me de preto e vou fazer de estátua para a rotunda de acesso à auto-estrada!

Zona Industrial de Barrô... Porquê a demora?

Estão à espera que «uma pessoa» compre os terrenos para depois os expropriar!... e mais não digo!

Lusoliva - o que se passa?

Toda a gente se queixava de maus cheiros e toda a gente sabia de onde vinham. Agora não há maus cheiros da Lusoliva, mas pelos vistos, não tem licença de funcionamento (pelo menos é o que a CMM diz!).



.... Mas... está tudo doido ou quê???

quarta-feira, setembro 06, 2006

O Elefante está concluído!

... e a misericórdia a gritar «MISERICÓRDIA!!!!!!»

Uma vez que quem teve a megalomania não paga, quem é que vai suportar tudo isto???

BINGO!!!! é você mesmo!... Sim, não esteja a olhar para trás a julgar que me enganei!... É você, sou eu, somos nós: os tansos que tivermos o azar de lá caír...

terça-feira, setembro 05, 2006

Já descobri ....

... porquê uma tão grande aposta no Carnaval da Bairrada:

- Assim toda a gente ganha uns cobres e no meio dos carnavais ninguém leva a mal as incompetências da CMM... só pode!

segunda-feira, setembro 04, 2006

Junta de Turismo de Luso e Bussaco...

... então e o resto do concelho?????!!!

sábado, setembro 02, 2006

Só uma perguntita:

Quais os projectos da CMM para este mandato, no sentido de aproveitar este quadro comunitário de apoio?....
.... na volta, mais um pavilhão? Ou centro de estágios para ricos?... não!... já sei!... mais umas piscinas municipais, mas desta vez em Cavaleiros!... Será?

HOJE É DIA 2 DE SETEMBRO!

E o próximo presidente da Câmara Municipal da Mealhada dá pelo apelido de Marqueiro!...
... é incrível o que se sabe com tanto tempo de antecedência!

sexta-feira, setembro 01, 2006

O Mote:

Todos os grandes projectos de investimento de escala nacional passam ao lado e a maioria da população, assiste impávida e serena, a tamanha incompetência.
Com tudo isto, ainda há a lata de nos falarem no desenvolvimento dos últimos 16 anos???...
...e o desenvolvimento dos últimos 16 anos da Anadia, Mortágua, Mira e Cantanhede???
Por cada "ladrão de casaca", há pelo menos vinte que já nem sequer a usam!